Nos meus sonhos ela é apaixonada
Ela corre e sorri quando me vê
Pra ela, estar comigo é como se
Vivesse sempre sonhando acordada
Nos sonhos dela, ela é sempre amada
Por mim, sem ser necessário um porquê
E no nosso abraço ela sente que
Fora dele não deve haver mais nada
Nos nossos sonhos nós nos conhecemos
E brincando com a imaginação
Inventamos conversas e passeios
E a culpa é dessa esperança que temos
De nos encontrarmos na multidão
Sem ser nos sonhos ou em devaneios
v.: 0.1
"Les temps sont durs pour les rêveurs"
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Valsa dos loucos
Os que passavam paravam pra ver
Os loucos andando na contra-mão
Mãos unidas, pontas dos pés no chão
E uma alegria que não deu pra entender
Cena cômica, para não dizer
Bem humilhante, na opinião
Dos olhos críticos da multidão
Que tanto tentavam os constranger
Mas o maluco casal não parava
Nem mesmo percebia a gozação
Dos outros, a cada giro que dava
Eles só sorriam e se abraçavam
E continuavam ao som da canção
Que só ouviam os dois e dançavam
v. 0.1
E aqueles que foram vistos dançando foram julgados loucos por aqueles que não podiam ouvir a música.
- quem sabe ao certo?
Os loucos andando na contra-mão
Mãos unidas, pontas dos pés no chão
E uma alegria que não deu pra entender
Cena cômica, para não dizer
Bem humilhante, na opinião
Dos olhos críticos da multidão
Que tanto tentavam os constranger
Mas o maluco casal não parava
Nem mesmo percebia a gozação
Dos outros, a cada giro que dava
Eles só sorriam e se abraçavam
E continuavam ao som da canção
Que só ouviam os dois e dançavam
v. 0.1
E aqueles que foram vistos dançando foram julgados loucos por aqueles que não podiam ouvir a música.
- quem sabe ao certo?
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
O nó na garganta
O que resta agora é o nó na garganta
Do sentimento não posto pra fora
Não sei, duvidei, não falei na hora
Embora a vontade ter sido tanta
Assim foi murchando, feito uma planta
Que é sufocada por espinho e espora
Frágil por dentro e ferida por fora
Apesar da aurora, a vida, suplanta
Sofre o desejo não realizado
Chora a oportunidade já perdida
Farelos do sonho que se quebranta
Mas melhor é deixar isso de lado
Passar o passado e seguir a vida
Pensar nisso agora já não adianta
v. 0.1
Do sentimento não posto pra fora
Não sei, duvidei, não falei na hora
Embora a vontade ter sido tanta
Assim foi murchando, feito uma planta
Que é sufocada por espinho e espora
Frágil por dentro e ferida por fora
Apesar da aurora, a vida, suplanta
Sofre o desejo não realizado
Chora a oportunidade já perdida
Farelos do sonho que se quebranta
Mas melhor é deixar isso de lado
Passar o passado e seguir a vida
Pensar nisso agora já não adianta
v. 0.1
domingo, 15 de julho de 2012
Dor de quem ama
A dor de quem ama é a saudade
Seja de um passado difícil de esquecer
Seja de um inteiro que hoje é metade
Seja pela distância de uma certa cidade
Seja do que ainda nem chegou a ser
Seja de um passado difícil de esquecer
Seja de um inteiro que hoje é metade
Seja pela distância de uma certa cidade
Seja do que ainda nem chegou a ser
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